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Kelly Osbourne está de luto por sua cachorrinha Polly

Kelly Osbourn de óculos e olhar sério

Foto: Reprodução Instagram

Kelly Osbourne está de luto. Sua cachorrinha Polly morreu esta semana após um problema cardíaco e pulmonar, segundo indicou a artista.

A estrela de 36 anos foi ao Instagram na quinta-feira (22) para revelar a triste notícia sobre Polly, e admitiu que estava ‘devastada’ e ‘quebrada’.

Ao lado de uma foto de Polly, Kelly escreveu: “Prometi a mim mesma que daria um tempo nas redes sociais no verão … mas achei que deveria avisar a todos que esta semana perdi minha Polly devido a um defeito cardíaco pulmonar! Ela estava ao meu lado há seis anos. Não sei como continuar sem ela.”, explicou.

“Dizer que estou arrasada é um eufemismo. Nunca senti uma dor assim. Eu perdi minha sombra. Acho que nunca vou superar isso. Meu coração está quebrado. Eu estou quebrada!!! Não estou em condições de sequer falar sobre isso. A todos os meus amigos próximos … se eu não responder, por favor entenda que só preciso de tempo”, finalizou com tristeza.

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Kelly revelou pela primeira vez que Polly estava doente em maio, depois que ela e seu namorado Erik Bragg encontraram a cachorrinha ‘mal respirando e completamente incapaz de se mover’ nas primeiras horas da manhã.

Ela disse na época: “Nós a levamos às pressas para o veterinário onde ela está sendo tratada na UTI. Disseram-me que eles acreditam que o coração dela parou e não sabem por quê. Este cachorro significa mais para mim do que qualquer coisa no mundo. Ela é meu coração e minha alma. Eu não acho que ainda estaria aqui se não fosse por este cachorro.”, indicou.

VÍCIOS E PROBLEMAS

Kelly Osbourne sempre foi muito aberta ao falar de seus vícios em drogas e álcool, e, agora, em uma nova entrevista com a mulher de Will Smith, Jada Pinkett-Smith, em seu programa Red Table Talk, do Facebook Watch, ela revelou quando começou a usar drogas.

Durante o bate-papo, Kelly falou sobre sua experiência com drogas e surpreendeu ao revela que ainda era uma criança quando tudo começou:

“Tive um caso muito grave de amigdalite. Eles acabaram tendo que me fazer uma cirurgia maluca e, depois disso, me deram Vicodin, e isso era tudo que eu precisava”, explicou, contando que tinha apenas 13 anos quando isso aconteceu.

“Eu deixei de ter todas as vozes na minha cabeça dizendo, ‘Você é gorda, você é feia, você não é boa o suficiente, ninguém gosta de você, você não merece isso, as pessoas só gostam de você por causa de seus pais’… e então, de repente, todas essas vozes foram silenciadas e parecia que a vida me deu um abraço”, relembrou.

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“Eu estava tipo ‘Por que estou tão confiante’… e então, muito rapidamente, passei de Vicodin para Percocet, de Percocet para… para heroína, eventualmente, porque era mais barato. Fui pega comprando e, no dia seguinte, minha mãe me colocou na reabilitação”, contou.

Ela também se abriu sobre sua recente recaída, após quase quatro anos de sobriedade.

“Há tanta ironia nesta última recaída para mim, porque eu consegui superar a pandemia. Eu fiz tudo isso, mas de repente eu estava sozinha, sentada à beira de uma piscina e esperando alguém vir me ver, e então eu vi uma mulher e seu marido tomarem uma taça de champanhe, e parecia muito bom, e eu pensei, ‘Oh, eu posso fazer isso também’, e então, no dia seguinte, tomei dois copos. E então, no outro dia, foram as garrafas”, admitiu.

“Não consegui nem segurar. Pelos primeiros dois dias, eu consegui aguentar apenas tomar uma bebida, mas foi porque eu sentei lá e pensei, ‘Você está tomando apenas uma bebida, e você vai provar a todos que você é normal agora e você pode fazer isso’. E, de repente, tudo estava desmoronando outra vez”, lamenta, acrescentando que já voltou nos eixos.

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