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Luisa Mell é reinfectada pela covid-19: ‘Essa doença é um horror’

Reprodução/Instagram

Luisa Mell é uma das personalidades a ser infectada mais uma vez pela covid-19, com a primeira vez em março do ano passado, já no início da pandemia do novo coronavírus.

Em entrevista para a revista Quem, a ativista da causa animal revelou que sentiu que teria contraído a doença novamente na noite de quinta-feira (29), quando encontrou dificuldades para comer.

“Sabe quando você vai comer e não consegue, mas você tem que comer? Eu estava assim na quinta à noite. Continuei tentando, mas não passava nada. E também estava me sentindo meio cansada”, explicou.

“Sou muito neurótica com a Covid e faço exame quase toda semana para ir ver os meus pais. Então fiz o teste rápido da farmácia e deu negativo”, disse ela, que não se deu por convencida apesar do fato.

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“Como o teste da farmácia deu negativo, meu marido [o empresário Gilberto Zaborowsky] queria que eu fosse dar parabéns na casa dele. Mas eu estava com uma intuição e resolvi fazer outro teste porque tenho condições de pagar”, contou ela, já perto de revelar como descobriu a reinfecção.

Ela ainda questionou: “Mas quantas pessoas fariam um segundo tipo de teste só porque estavam sem apetite e se sentindo cansadas?”. Foi então que ela fez mais um teste, desta vez do cotonete, acordando bem mal na sexta (30).

“O PCR deu positivo e estou péssima. Da primeira vez que tive Covid, no primeiro dia foi mais leve, senti muita falta de ar e tive pneumonia. Mas estou bem mal, não consigo sair da cama e totalmente isolada. Estamos todos isolados aqui em casa”.

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Receios de se reifectar

Em seguida, Luisa Mell criticou os testes de farmácia, além de explicar que sempre sentiu muito medo e receio de acabar sendo infectada novamente.

“Parece brincadeira, mas eu estava com muito medo. Passei cinco semanas isolada na minha casa na praia. Mas tive que voltar por causa do Instituto. Não tenho como sair totalmente, muita coisa depende de mim”, declarou ela.

“Me cuido, não saio, não vou a restaurante, a lugar nenhum. Ano passado cheguei a perder um dente porque não ia ao dentista por medo de sair. Essa doença é um horror, só com a vacina que vai melhorar”.

Por fim, Luisa afirmou que a doença já mexeu e muito com seu estado emocional.

“Já estou em depressão, tive que tomar remédio porque não estava conseguindo sair desde que tive pela primeira vez. Foi uma fase muito difícil. Ultimamente, só estou vendo filme mais leve e desenho. Gosto de notícias, mas não dá para acompanhar”, disse ela.

“A cabeça tem que estar boa. E fico oscilando muito. Falo com o meu médico por telefone e daqui a uns dias vou fazer tomografia. Não adianta fazer agora. Tem que esperar. Tenho conseguido comer bem pouquinho. Mas nunca recuperei meu olfato, desde a primeira vez que tive a doença”.