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Mangá japonês Golgo 13 fará pausa por causa do coronavírus

Divulgação

O Golgo 13, mangá japonês em quadrinhos que é o mais antigo do país, anunciou que fará sua primeira pausa ao longo de seus 52 anos de história. Isso porque as restrições sociais impostas para conter o vírus estão dificultando a produção manual da série.

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O Golgo 13 de número 599, publicada na edição de 25 de maio da Big Comic, será a última "por enquanto", anunciou neste sábado (09) a revista publicada pela editora Shogakukan duas vezes por mês, citando restrições de deslocamento.

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"Dada a divisão de trabalho entre os mais de 10 funcionários da série, tornou-se cada vez mais difícil continuar produzindo o mangá. Espero que vocês entendam. Não vamos ceder ao vírus e já estamos planejando a 600ª edição. Por favor, tomem cuidado" escreveu o criador de Golgo 13, Takao Saito.

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Conheça o mangá

Golgo, cuja crueldade, engenhosidade e jeito conquistador se valeram de comparações com James Bond e Dirty Harry, vai abaixar seu revólver pela primeira vez desde que o mangá, um dos mais populares do Japão, começou a ser publicado em 1968.

Desde então, a série colocou seu assassino de aluguel no centro de cenários frequentemente relacionados à decadência da sociedade, desde a lavagem de dinheiro no Vaticano até a morte da princesa Diana, vendendo quase 300 milhões de cópias.

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Também conhecido por seu pseudônimo Duke Togo, Golgo é amplamente considerado como um guerreiro samurai dos dias de hoje por fãs de mangás e gerou séries de anime, videogames e bonecos.

"Parece que Golgo está dando um tempo… será que isso significa que ele contrairá o coronavírus na próxima aventura?", tuitou um fã após o anúncio.

Até o fechamento desta matéria, o Japão registrava 15,663 casos de Covid-19. Destes, 5.906 se recuperaram e 606 morreram.

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