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Matthew Perry: Testes toxicológicos dão negativo para duas drogas

Matthew Perry
Matthew Perry – Grosby Group

A morte de Matthew Perry ainda é um mistério, já que o ator foi encontrado morto e uma banheira de hidromassagem em sua mansão no Pacific Palisades no sábado (28). Porém, já se sabe que as drogas fentanil ou metanfetamina.

Segundo o TMZ, fontes policiais relataram que um teste menos aprofundado foi realizado e já constatou que substâncias como fentanil e metanfetamina não estavam presentes no corpo de Matthew Perry.

Vale lembrar que o fentanil é um medicamento que pode ser prescrito por médicos para tratar dores intensas. No entanto, seu uso excessivo pode causar overdose. Este, inclusive, foi um tema de reportagens nos Estados Unidos, já que cerca de 66 mil pessoas teriam morrido por conta de superdoses.

Já a metanfetamina é uma droga sintética, produzida em laboratórios clandestinos, sendo utilizada como estimulante cerebral. A droga consegue criar uma falsa sensação de alegria, bem-estar e autoconfiança.

Apesar dessas drogas não serem encontradas no corpo do ator, exames mais aprofundados estão sendo realizados e um veredito deve vir entre quatro e seis meses.

Ajuda aos dependentes químicos

De acordo com a revista People, antes de morrer, Matthew Perry tinha um sonho de criar uma instituição solidária para auxiliar dependentes químicos, álcool e drogas a se recuperarem, mas ele nunca saiu do papel.

Os amigos próximos de Matthew estariam com a expectativa de fazer esse objetivo se tornar realidade em homenagem à vida do ator. Vale ressaltar que ele já havia fundado uma instalação de vida sóbria para homens chamada “Perry House”, dirigida por ele de 2013 a 2015.

Vale lembrar que Perry seguia em recuperação após passar aproximadamente 15 vezes por reabilitação. Em sua autobiografia, “Friends, Lover and the Big Terrible Thing” (“Amigos, Amores e aquela Coisa Terrível”, em tradução livre), ele afirmou que seu principal vício era em Vicodin (tipo de opioide), admitindo que tomava até 55 comprimidos por dia em certa época.

“Os médicos disseram à minha família que eu tinha 2 por cento de chance de viver. Fui colocado em uma coisa chamada máquina de ECMO, que faz toda a respiração do coração e dos pulmões. E isso se chama Ave Maria. Ninguém sobrevive a isso”, declarou à People em outubro de 2022.

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