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Nike revela ter rompido contrato com Neymar por uma denúncia de abuso sexual

Reprodução Instagram

Nesta quinta-feira (27), Neymar Jr. se apresentou a seleção brasileira para dois jogos válidos pelas eliminatórias da Copa do Mundo de 2022. Além do bom entrosamento com seus companheiros, o jogador terá uma preocupação a mais.

O Wall Street Journal publicou uma matéria onde Hilary Krane, conselheira geral da Nike, afirma que a empresa encerrou contrato com o craque, em 2020, por ele não querer cooperar na investigação de abuso sexual, que ele teria cometido com uma funcionária da empresa.

Segunda a publicação, em 2016, Neymar teria forçado essa funcionária (seu nome está sendo preservado) a praticar sexo oral nele, em um quarto de hotel em Nova York. Ela porém só manifestou interesse em abrir um processo dois anos depois e foi apoiada pela empresa de material esportivo. Como o jogador, segundo a Nike, não quis cooperar nas investigações, ela optou por interromper o contrato. O jogador era patrocinado pela empresa desde os 13 anos de idade e ainda teria mais 8 anos de compromiso a cumprir.

Os representantes do brasileiro enviaram uma nota ao jornal, se defendendo das acusações:

“Neymar Jr. se defenderá vigorosamente contra esses ataques infundados caso alguma reclamação seja apresentada, o que não aconteceu até agora”, dizia a nota.

Tão logo a notícia foi divulgada, o pai de Neymar falou a Globo News e negou a história.

"Nós estamos surpresos, a gente não sabe o que está acontecendo, só soa estanho para a gente. Por que a Nike solta essas coisas agora?", disse Neymar pai a emissora.

Ele ainda explicou qual teria sido o motivo do rompimento de contrato entre seu filho e a Nike.

“O contrato da Nike foi rompido unilateralmente por falta de pagamento. Não tem nada a ver com isso (assédio)”, contou.

Capa da versão digital do Wall Street Journal

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