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Rihanna, cadê o novo álbum? Esta é a pergunta que não cala

Fotoontagem

Quando se fala o nome de Rihanna os olhos do mundo se viram para ela e perguntam: “chegou a hora do novo álbum?”. Nossa musa soberana de 33 anos, nascida em Barbados, tem nove prêmios Grammy, inúmeras fragrâncias exclusivas e prósperos negócios voltados para beleza, moda e acessórios. Ela quebrou vários recordes mundiais do Guinness, foi a primeira mulher negra a ser o rosto da Dior, deu mais glamour a sétima arte contracenando com Sandra Bullock, Cate Blanchett, Anne Hathaway e Cara Delevingne e foi chamada pelo ex-presidente Barack Obama de “uma força poderosa na luta para dar oportunidade, dignidade e esperança às pessoas ”.

Por estas e muitas outras ela é nossa rainha, mas a pergunta que não cala entre os navys de todo o mundo é: “Rihana, cadê o novo álbum?”. Nota: Rihanna Navy é o nome da base de fãs da Rihanna. E em português quer dizer Marinha da Rihanna.

Cinco anos se passaram desde que Anti, oitavo álbum da Riri, foi lançado. Sabemos que o lema da cantora é “trabalhar, trabalhar, trabalhar e… trabalhar”. Ela vive mergulhada nos negócios e empenhada em fazer de sua marca Fenty uma das maiores do mundo. Nessa toada Riri está a frente de empreendimentos de sucesso como a Fenty, Fenty Beauty, Savage X Fenty, Fenty Beauty e a recém inaugurada Fenty Hair.

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Foco na  beleza e da moda

Já dissemos que a intérprete de Diamond quer que sua marca seja sinônimo de excelência e inovação. A linha de maquiagem Fenty Beauty chegou chegando ao mercado e surpreendeu ao lançar uma cartela com 40 cores de base, número que aumentou para 50 rapidamente. Depois disso criou uma ferramenta que mostra, através de 6 perguntas, quais os tons apropriados pra cada pessoa.

Apostar na variedade de tons representou para a Fenty um diferencial importante diante das outras marcas. “Isso desafiou a convenção padrão de que você só precisava de um conjunto bem definido de tons para satisfazer um mercado (…) A empresa não apenas alcançou vendas significativas, mas potencialmente mudou o setor permanentemente”, declarou Stephanie Wissink, analista de pesquisa da Jefferies, à  Forbes.

Na mesma entrevista a diretora do poderoso banco de investimentos esclareceu o propósito da marca criada por Rihanna “elevou o nível de construção de uma marca que é inclusiva, revolucionária, global e icônica.”

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Excelência e fortuna

Robyn Rihanna Fenty, 33 anos, construiu uma fortuna de US $ 600 milhões e se tornou a musicista mais rica do mundo. Ela é um ícone em moda e estilo e foi a primeira mulher negra a comandar uma grande casa de moda de luxo da história da moda, a Fenty, criada em parceria com a LVMH, empresa francesa de bens de luxo comandada pelo bilionário Bernard Arnault. Infelizmente a crise gerada pela pandemia obrigou Riri a encerrar as atividades da marca em fevereiro deste ano.

Crises a parte, a diva segue firme transitando poderosa em cuidados pessoais e beleza, nicho de mercado que de acordo com a Grand View Research, pode aumentar para mais de US $ 200 bilhões em vendas até 2025, contra mais de US $ 130 bilhões em 2016.

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Superar barreiras e apoiar causas importantes

Foi graças a sua vocação para os negócios que essa garota nascida em Barbados conseguiu superar todas as dificuldades que a vida lhe apresentou, inclusive um pai abusivo e, em 2009, e um namorado agressor, Chris Brown .

O ano de 2020 veio e foi sem nenhuma pista de um novo álbum. À Vogue afirmou que está "trabalhando de forma muito agressiva na música", mas o esperado R9 continua sem data de lançamento. Em seu perfil do Instagram  Rihanna se apresenta como uma bad girl (@badgalriri), mas ela não tem nada de garota malvada. Ao contrário, desde que começou a brilhar a cantora de Umbrella deixou claro à que veio. A musa pop é uma mulher engajada e cheia de ideais, que sabe usar a fama para ajudar a quem mais precisa.

Em sua lista de ações nobres ela guarda momentos memoráveis. Em 2008, quando tinha apenas 20 anos, se uniu à rede H&M para lançar uma coleção de roupa para luta contra o HIV. A iniciativa foi batizada Moda Contra a AIDS e fez barulho onde era preciso fazer. O sucesso da empreitada contou até com apoio do então Príncipe Harry que aceitou estar a seu lado em uma ação de conscientização que mostrou a dupla fazendo teste de HIV diante de câmeras do mundo.

Em outro momento a Princesa do R&B se aliou a Gucci em uma campanha em benefício da UNICEF. Gravou um comercial promovendo acessórios que tiveram 25% das vendas encaminhadas para crianças carentes.

Quer mais? Fundou sua própria ONG, a Clara Lionel Foundation, organização sem fins lucrativos que trabalha em prol da melhoria da saúde, educação e o acesso à arte e cultura em todo o mundo. A fundação tem ainda um programa de bolsas para estudantes de países caribenhos em faculdades norte americanas. O nome da entidade é uma homenagem a seus avós, Lionel e Clara Braithwaite.

Nomeada embaixadora da GPE (Global Partnership for Education) ela criou o Projeto Cidadão Global que ajuda crianças carentes de mais de 60 países em desenvolvimento a terem acesso à educação. A iniciativa levou Rihanna a se reunir com vários líderes políticos para discutir o futuro da educação infantil pelo mundo.

Sua terra natal, Barbados, também colhe frutos da benevolência de Riri, que construiu um centro para diagnóstico e tratamento de pessoas com câncer de mama no Hospital Rainha Elizabeth, na capital Bridgetown.

Assim nossa estrela pop segue trabalhando firme e forte, mas nada de álbum. Recentemente durante um live, um fã ansioso fez a recorrente pergunta: “Quanto será lançado o R9?”. Sincerona ela aproveitou a deixa pra dar um belo cutucão no então presidente Donald Trump e disparou: “Estou tentando salvar o mundo, diferente do seu presidente.”

Outra iniciativa que merece aplausos é sua parceria com Jack Dorsey, CEO do Twitter, que representou uma doação de US$ 4,2 milhões destinados às vítimas de violência doméstica durante a pandemia.

Ok, a vida segue sem a voz de Rihanna cantando novos hits. Seu empenho em campanhas em prol do combate à Covid-19 também é louvável e necessário. Sua fundação já doou US$ 5 milhões para várias causas ligadas à pandemia, como organização de bancos de alimentos locais, compra de testes, fornecimento equipamentos de proteção e desenvolvimento de vacinas.

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Os ritmos do futuro

Voltando o novo álbum, que fiquem registradas as seguintes informações;

  • Em janeiro do 2018, um teaser postado nas redes sociais mostrou RiRi trabalhando no estúdio e nos deu ainda a prévia de uma melodia de dois segundos, apenas isso.
     
  • Rihanna promete não decepcionar seus amados navys. Em entrevista ao programa de TV Entertainment Tonight ela declarou: "Estou sempre trabalhando em música e quando estou pronto para lançá-la da maneira que me sinto melhor, vai sair. E você não vai ficar desapontado quando isso acontecer. Vai valer a pena."
     
  • Em entrevista à Vogue de novembro de 2011,  Rihanna confirmou que R9 seria inspirado no reggae. “Gosto de olhar para ele como um álbum inspirado ou com infusão de reggae. Não vai ser o típico reggae que todos conhecem. Mas vai fazer você sentir os elementos em todas as faixas (…) Reggae está no meu sangue. Não importa se há muito tempo estou longe dessa cultura ou do ambiente onde cresci. Ele nunca sai. Mesmo que eu tenha explorado outros gêneros musicais, é hora de voltar a ele”.

Antes que este texto acabe que fique registrada novamente a questão: Cadê o novo álbum Rihanna?