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Tóquio 2020: Conheça Margielyn Didal, a parça de Rayssa Leal

(Foto: Reprodução/ Instagram)

Quem assistiu à competição de skate street que deu a Rayssa Leal medalha de prata em Tóquio, não resistiu à tentação de esperar por quedas das oponentes (ok, não e legal, mas quem não fez isso?)? Mas bastou o primeiro sorrisão aberto pela filipina Margielyn Didal, que ela ficou isenta desse sentimento perverso… Quando apareceu dançando com Rayssa Leal, acabou! Caiu nas graças dos brasileiros e virou nossa mais nova friend, mesmo ficando em sétimo lugar. A simpatia da skatista e a amizade dela com a Fadinha foi um presente na competição.

A filipina de 22 anos não fez uma boa final e teve muitas quedas, mas em nenhum momento perdeu a alegria. Logo que se deu conta de que não teria chance alguma, se dedicou a torcer muito pela medalha da brasileira. Pouco antes da final elas inclusive protagonizaram passinhos ao melhor estilo TikTok.

Margielyn Didal incentivou Rayssa Leal quando a brasileira chegou a ficar abalada com a eliminação de Bufoni e Pamela Rosa na decisão olímpica. Ela queria tê-las como rivais na final. Durante a competição, Rayssa falava com as concorrentes na pista, dançava e brincava. Muito longe de qualquer clima de rivalidade.

Rapidamente, os brasileiros assolaram as redes sociais de Didal com muito carinho. Famosos como Fernanda Paes Leme e Camilla de Lucas, deixaram recados.

VIDA DIFÍCIL

Margielyn Didal descobriu o skate quando ajudava a mãe a vender comida para pagar as contas de casa. Ela já participou do X Games, maior competição de skate do mundo, e conquistou uma medalha de ouro nos Jogos Asiáticos de 2018.

Até agora, a sua maior conquista é justamente manter seus pais, um carpinteiro, e a mãe, vendedora, com a renda conquistada a partir do skate. 

PERUANO TAMBÉM CONQUISTOU CORAÇÕES

Antes da filipina vibrar com a Fadinha, o peruano Angelo Caro comemorou a medalha de prata conquistada por Kelvin Hoefler. Caro também conquistou os brasileiros e virou sucesso nas redes sociais. Da mesma maneira que Didal, o peruano não ganhou medalha nos Jogos Olímpicos de Tóquio

“A gente falou que, quando chegasse aqui, mudaria a cara das Olimpíadas porque o skate é diferente, é amizade. Eu queria ver os caras acertando. Nós somos uma grande família e queremos ver o bem do outro. Não queremos o outro errando, se machucando, queremos ver sempre o melhor”, contou Kelvin Hoefler.

“Eu falei para o Angelo Caro: ‘Você precisa de um 7,5 para passar para a final. Cara, pensa, respira, que você consegue. Você é o melhor dando essa manobra’. E aí ele acertou e foi para a final. Muita gente do skate em geral é assim”, disse o medalha de prata.

Depois de conquistar a medalha de prata na pista de skate, em TóquioRayssa Leal comemorou mais um feito. Em menos de 24 horas, a Fadinha ganhou mais de um milhão e meio de novos seguidores no Instagram.

A skatista de 13 anos começou as Olimpíadas de Tóquio com pouco mais de 600 mil seguidores. Até o fechamento desta matéria, esse número já havia mais do que quadruplicado, chegando a 2,5 milhões. Ao ser informada que tinha passado dos três milhões de seguidores, a Fadinha ficou surpresa.

“Quê? O que é isso minha gente? Não sabia não, eu quero ter um tempinho para olhar a internet. Desde o começo era um sonho ter o primeiro milhão. Ontem eu ganhei um milhão, então hoje eu já tenho dois milhões e ainda medalha?”, indagou, abrindo um lindo sorriso.

Quase uma hora depois, a Fadinha já havia conquistado outros 500 mil internautas, fechando os três milhões. “Nova” nas redes sociais, a menina ganhou popularidade em 2015, quando sua mãe, Lílian, publicou um vídeo no qual ela aparece andando de skate vestida de Sininho, motivo pelo qual Rayssa ganhou o apelido Fadinha.

Veja +: Acompanhada pela mãe, Rayssa Leal se encanta com Tóquio

O perfil no Twitter éo mais recene. Rayssa criou ao chegar em Tóquio e pediu ajuda à Juliette Freire para apreender a usar a rede social. A menina já tem 202,1 mil seguidores por lá.