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Viúva de Nick Cordero afirma: ‘Choro quase todos os dias’

Reprodução/Instagram

Amanda Kloots, a viúva do ator Nick Cordero, que morreu no ano passado após sérias complicações da Covid-19, confessou em uma nova entrevista que ainda chora todos os dias de saudades do marido.

A apresentadora de 39 anos perdeu seu marido, ator da Broadway, em julho de 2020 e admite que ainda está tentando navegar em sua dor após a tragédia.

Amanda, que tem um filho de 22 meses, Elvis, com Nick, disse à revista US Weekly:

“Muita gente me disse: 'Fica mais fácil com o passar do tempo… só o tempo ajuda', e não sei se ainda descobri isso. Eu ainda choro quase todos os dias. É dores de crescimento", justificou.

A nova co-apresentadora de 'The Talk' admite que 'cada dia é diferente', mas que ela está 'fazendo tudo o que pode para permanecer saudável, ativa e feliz'.

Amanda afirma que não tem certeza se o tempo será capaz de curar essa ferida tão profunda, mas reconhece que ter as ferramentas para lidar com a perda torna as coisas mais fáceis.

Kloots confessou que há momentos, especialmente quando ela vê Elvis crescendo, em que a perda de Nick é ainda mais difícil.

"Com Elvis, há tantas coisas que ele faz ou há momentos na vida em que você gostaria que seu par estivesse lá para comemorar. E eu acho que é onde é mais difícil porque você sente muito a falta dessa pessoa", lamentou.

Vacina

 

Recentemente, Amanda Kloots, a viúva do ator Nick Cordero que morreu de Covid-19, em julho do ano passado, recebeu a primeira dose da vacina contra a doença, e resolveu comemorar isso nas redes sociais.

Kloots confessou que sentiu alívio e felicidade ao ser vacinada, porque finalmente se sente mais protegida para não correr a mesma sorte do marido que faleceu por sérias complicações com o vírus, e não deixar seu filho sozinho no mundo.

Mas muita gente criticou a apresentadora de 38 anos de ter supostamente 'furado a fila' da vacina, quando atualmente somente os trabalhadores da saúde estão recebendo sua dose em Los Angeles.

Kloots explicou que esperou na fila e recebeu uma vacina que, de outra forma, teria sido descartada.

"Eu estava totalmente preparada para ser rejeitada, mas eles disseram que tinham o suficiente esta noite para todos que esperavam. Eu não posso te dizer o quão animada eu estava e ainda estou", disse, acrescentando que seu filho de um ano, Elvis, estava no carro com ela.

"OBRIGADO à Guarda Nacional que esteve aqui hoje como voluntária a partir das 5h30 administrando a vacina Pfizer nos braços dispostos. Desde que Nick faleceu, como uma mãe solteira, tenho pavor de contrair esse vírus e agora estou um passo mais perto da segurança”, escreveu Kloots.

Em suas histórias no Instagram, a instrutora de fitness também se defendeu da "vergonha da vacina", dizendo a seus seguidores em vários vídeos que "a vergonha da vacina não deveria acontecer":

“Em primeiro lugar, as vacinas não devem dar vergonha. Todos deveriam tomar essa vacina e quem tomar, deve comemorar que mais uma pessoa foi vacinada”, disse.

Amanda Kloots então explicou que havia dirigido até o local da vacinação na esperança de que houvesse sobras de vacinas disponíveis depois que todas as consultas fossem cumpridas, porque do contrário, seriam descartadas.

Kloots declarou entusiasmado que a vacina fosse colocada 'no braço de uma mãe solteira sobrevivente que merece receber uma vacina adicional que teria sido jogada fora'.

"Então, por favor, não me envergonho por ter sido vacinada, pois estou muito grata por ter esse primeiro passo para me vacinar contra esse vírus", acrescentou Kloots.

"Esperar na fila, com um bebê no carro que deveria estar na cama, em um local de vacinação na esperança de que depois de terminadas todas as consultas, vacinas adicionais estarão disponíveis para quem estiver esperando NÃO É um privilégio de celebridade", avisou.

O marido de Kloots morreu do vírus aos 41 anos, depois de passar mais de 90 dias no hospital.

Desde a morte de Cordero, Kloots fala regularmente sobre sua experiência com o luto.