Polêmica às 04:00

Biografia de Frank Sinatra traz revelação bombástica sobre Marilyn Monroe

Frank Sinatra cantando em palco

Reprodução/Instagram

O novo livro sobre o falecido cantor Frank Sinatra, “Sinatra and Me: In The Wee Small Hours”, escrito por seu confidente e empresário Tony Oppedisano, revela alguns episódios importantes da vida do artista, incluindo a preocupação que ele tinha com sua amiga, a falecida atriz Marilyn Monroe, que morreu aos 36 anos em agosto de 1962.

Em uma prévia da publicação, divulgada pela revista People, Tony diz que Frank Sinatra estava convencido de que Marilyn Monroe havia sido assassinada. Ele nunca acreditou na hipótese de suicídio como disseram as autoridades na época.

A morte da estrela de Hollywood ainda é objeto de intensa especulação e teorias de conspiração por décadas. No entanto, o legista na época classificou sua morte como ‘provável suicídio’, após ela ter tomado uma overdose de medicamentos.

Sinatra e Monroe foram amigos íntimos, mas nunca foram amantes, segundo Oppedisano:

“Frank sentiu que ela estava muito preocupada, muito frágil, para ele dormir com ela e depois ir embora”, afirma, observando que a atriz sempre compartilhou com Sinatra seus encontros secretos com o presidente dos Estados Unidos John F. Kennedy e seu irmão Robert Kennedy .

Tony compartilhou: “Marilyn disse a Frank que não entendia por que eles a excluíram completamente de suas vidas quando ela parou de fazer sexo com eles.”, revela no livro.

Assassinato?

Segundo Oppedisano, no fim de semana antes de sua morte, Marilyn estava pronta para se encontrar com a imprensa para anunciar que ela estava reacendendo seu romance com Joe DiMaggio, mas também corria o boato de que ela falaria publicamente sobre seu romance com os irmãos Kennedy, e para Frank Sinatra, com esse rumor ela foi ‘condenada’ à morte:

“Frank disse que ela nunca teria falado publicamente dos Kennedys porque ainda sentia algo por [John]. Frank acreditava que, se a entrevista coletiva não tivesse sido anunciada, ela teria vivido muito mais tempo”, alega.

Sinatra, que morreu de ataque cardíaco em maio de 1998 aos 82 anos, revelou que várias pessoas disseram a ele que Marilyn Monroe foi vítima de um complô de assassinato, ao invés de uma overdose.

De acordo com o livro, ‘Marilyn foi morta com uma dose alta de Nembutal e Robert Kennedy ou a máfia estavam envolvidos”.