BBB às 08:15

Supla pode estar no ‘BBB22’? O cantor responde…

Supla vibrando

Reprodução/Instagram

Em uma entrevista ao jornal O Globo, Supla, que há 20 anos esteve na “Casa dos Artistas”, do SBT, comentou se aceitaria estar no grupo do Camarote do “BBB”, da TV Globo.

“Eu digo: “Se me pagarem o valor do prêmio (R$ 1,5 milhão), eu entro”. Eu tenho respeito por quem quer participar, mas a exposição é grande. Algumas pessoas se inscrevem e realmente não tem nada a perder artisticamente. É claro que muitos temem manchar a reputação, outros ficam malucos lá dentro. Não é nada fácil. Eu faço terapia para cuidar da cabeça, mas o confinamento é pauleira. Tenho muita vontade de voltar a trabalhar em obras de ficção (ele já fez “O Sítio do Pica Pau Amarelo” e a novela “Um anjo caiu do céu”). Ricardo Waddington foi meu diretor na novela, no passado. De repente, faço essa retomada de contatos. Meu desejo é o de não fazer o Supla. Preferiria fazer uma série”, contou.

Supla também foi questionado sobre Bárbara Paz. Os dois namoraram na época da “Casa dos Artistas”. Em 2020, Supla e Bárbara Paz fizeram uma live, e ele perguntou se algum comportamento seu beirava o machismo. E a atriz disse: “Não sei, você é quem tem que saber o que é machismo para você. Mas, assim, muitos momentos…”. A artista não destacou os momentos a que se referia, mas Supla rebateu.

“Eu nem concordo com ela quando ela falou isso. O programa em si é que era machista. O Silvio Santos chamava a menina de “pata”. Pelo que me lembro, eu não fiz nada de machista. Na minha visão, não. O que acontecia muito era e gente discutir o relacionamento e ela perguntar: “Você quer ficar comigo ou não?” Mas ali eu pensava: “Cara, a gente está dentro de um programa de TV. Deixa eu escolher o que quero fazer!” Eu nunca me coloquei como o superior, como bonzão. Apesar dessas opiniões diferentes, eu tenho muito respeito pela Bárbara. É uma atriz que leva muito a sério o que faz. E nós até fizemos cenas juntos no filme do (Héctor) Babenco que ela dirigiu. Porque ele a conheceu na “Casa dos artistas”. Então, voltamos a encenar no longa — recorda-se ele, citando o filme dirigido pela gaúcha, que ficou viúva do argentino em 2016”, falou.

Ainda na entrevista, o músico falou do lançamento do álbum “SuplaEgo”.

“A brincadeira do Supla Ego é interessante também numa associação ao Super Ego. (Na análise, em estudo da psiqué humana), o super ego é que segura os impulsos do ego. Uma das músicas desse álbum diz “Meu amor é cego, não nego. Meu ponto cego eu não revelo. Me desapego do meu ego. Ainda não consegui parar de ser eterno, de Beatles a Billy Idol”. Apesar do meu nome estar aí, essa música não é só sobre mim. É sobre muita gente”, disse.

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