Redes Sociais às 10:42

Caio Castro revive meme e sensualiza com proposta indecente

Foto: Reprodução/ Instagram

Quando o remake da novela “Gabriela” foi exibido na Globo, em 2012, Caio Castro, à época com 23 anos, foi u dos muitos brasileiros que embarco no bordão imortalizado pelo coronel Jesuíno, personagem de José Wilker na adaptação de Walcyr Carrasco para o clássico de Jorge Amado. O “deite que vou lhe usar” reverberou nas redes sociais e fora delas por longo tempo e, claro, virou meme.

Na noite de terça-feira, 24 de agosto, ao chegar em casa após uma longa viagem, Caio Castro reviveu meme e causou ao falar o bordão em suas redes sociais, em um post pra lá de instigante.  

Sem camisa, sensualizando, o ator de 32 anos apontou para a cama e disse a icônica frase. Na legenda do post, Caio provocou mais ainda.

“Depois de 22 horas de voo . . . Que comece a guerra”, escreveu.

Nos comentários, os seguidores foram implacáveis na brincadeira e asseguraram que Grazi Massafera, namorada de Caio Castro, era uma sortuda…

Veja +: Caio Castro conta com carinho de Grazi Massafera em sua conquista no GT3

BORDÃO DE SUCESSO

Na época do remake de “Gabriela”, o bordão do Coronel Jesuíno ajudou vertiginosamente e popularizar a história. O falecido José Wilker, em entrevista, destacou a importância da frase criada pelo autor.

 “A melhor coisa que pode acontecer a um ator é ver seu personagem ser apropriado pelos espectadores. A frase é do Walcyr, só falo do meu jeito. Fico contente com essa repercussão e acho que Jesuíno é uma das melhores coisas que fiz na TV”, celebrou.

Veja +: Relembre o remake de ‘Gabriela’

A ordem que o coronel repetia toda vez que desejava ter relações com uma mulher foi tirada por Walcyr Carrasco do livro “Entre a Luxúria e o Pudor — História do Sexo no Brasil”, de Paulo Sérgio do Carmo.

“Nos anos 20 era uma frase usada normalmente. Só revivi o termo”, explicou o autor.

BRUTALIDADE X AFETO

José Wilker, na ocasião comentou ainda sobre a forma peculiar como seu personagem, o coronel Jesuíno, tratava as mulheres. Ele enfatizou que não era algo tão incomum assim.

“Sei que existe essa brutalidade em relações de afeto. “Eu te amo” é dito nas novelas e menos nos relacionamentos. Quando comecei a gravar, vi o caso da mulher que esquartejou o marido por ter sido traída”, recordou na época.

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