Saúde às 13:10

Rainha Camilla afirma que Rei Charles ‘está ‘ bem’

rei charles iii, diagnosticado com câncer, olhando para o lado
Foto: Reprodução/Instagram @theroyalfamily

Em anúncio que sacudiu Buckingham, a Rainha Camilla e além, o Rei Charles III revelou estar enfrentando sua batalha mais desafiadora até agora: o câncer. Em gesto de transparência e unidade, o monarca compartilhou a notícia com seus súditos, marcando um momento de vulnerabilidade rara para a coroa britânica.

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Desde então, olhos estão voltados para o estado de saúde do atual líder do Reino Unido, e qualquer atualização que surge na imprensa reverbera mundialmente. E uma nota da Reuters dessa quinta-feira, 08 de fevereiro, aliás, é mais uma prova disso.

Segundo a agência, durante seu primeiro compromisso público (um concerto beneficente na Catedral de Salisbury, no sul da Inglaterra) desde o diagnóstico, a Rainha Camilla falou de Rei Charles, afirmando que ele está emocionando com o carinho do público.

“Ele está se saindo extremamente bem, dadas as circunstâncias. Ele está muito emocionado com todas as cartas e mensagens que o público tem enviado de todos os lugares. Isso é muito animador”, afirmou ela sobre o marido, em suma.

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Por que o tipo de câncer de Rei Charles III não é revelado?

Segundo a revista espanhola “Lecturas”, existe um motivo pelo qual o Palácio de Buckingham decidiu não especificar qual tipo de câncer o Rei Charles III enfrenta. A Casa Real deixou claro que não se trata de câncer de próstata, apesar dele ter feito cirurgia recente para corrigir o aumento da glândula.

Eles informaram que descobriram a doença durante o procedimento da próstata, o que faz pensar que poderia ter alguma relação com a bexiga ou o reto, já que a próstata está localizada na frente do reto e embaixo da bexiga urinária.

Porém o Palácio não vai confirmar até que Charles tenha terminado o tratamento e fora de riscos. A psicóloga sanitária Elena Daprá, do Colégio Oficial de Psicologia de Madrid, consultada pela publicação, explicou o motivo por trás desse hermetismo.

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Ela afirma que quando falamos do tipo de doença que alguém sofre, não é que surja um efeito, convocando as pessoas a procurarem informação, mas sim que começam a fazer uma previsão do que vai acontecer’. Por conta disso quanto menos informação, melhor.

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