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Guito fala sobre sucesso de Tibério: “Achei que fosse ser só uma árvore na novela”

Guito fala sobre sucesso de Tibério: "Achei que fosse ser só um árvore na novela"
Reprodução/TV Globo

Diogo Brito, mais conhecido como Guito, o Tibério de “Pantanal”, foi uma das atrações do “Encontro com Fátima Bernardes”, na manhã desta quinta-feira, 23 de junho. Ao lado de Marcos Palmeira, o José Leôncio, o ator, que é estreante em novelas, confessou não imaginar que fosse ganhar um papel de grande destaque no folhetim das nove na TV Globo.

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“Achei que fosse ser só uma árvore lá atrás (risos). Até a estreia, minha família achava que eu fosse ser um vulto na novela”, riu novamente o ator.

Marcos Palmeira interrompeu para elogiar o companheiro de cena. “É um cara que chegou com todo frescor, que não tinha experiência como ator e faz [o personagem] de forma brilhante, passa todas as emoções”, constatou o veterano, que foi aplaudido pela plateia.

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Antes de encarar o papel do braço direito de José Leôncio, Guito contou que já tocava Brasil a fora. “Fiz muitos shows sozinho. Tenho uma rural [caminhonete] e viajava fazendo apresentações. Então ali, dava aquele nervoso, rodar 12 mil quilômetros sozinho com [equipamento de] som, para tocar longe de casa e ter que apresentar um bom show. É muita coisa que pode dar problema, não é? O fato de eu ter começado a gravar no Pantanal acho que me ajudou, porque estava todo mundo em um ambiente diferente, menos eu”, explicou o ator.

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“E com toda a interação do elenco, a gente acabou virando uma família. A primeira vez [no Pantanal] foram três meses, e de certa forma isso transita na novela”, acrescentou Guito.

Nascido em Lavras, Minas Gerais, o intérprete de Tibério ainda contou como a música se deu em sua vida. “Eu toco desde os meus 13, 14 anos. Eu tinha um avô, um boêmio, tocador em Lavras, ele morreu sem ver nenhum dos netos tocar. A gente herdou os instrumentos dele e foi aí que despertou o interesse. Depois toquei na faculdade, tive uma dupla caipira com o meu irmão e uma banda de rock, e depois parei por dez anos, fui viver como agrônomo, na vida executiva e há sete anos que eu larguei tudo e voltei para a arte”, disse.

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E falando em música, Fátima Bernardes não deixou de falar do sucesso de “Cavalo Preto”, a música preferida de José Leôncio. Marcos Palmeira comentou.

“Já era uma coisa do Benedito [Ruy Barbosa, autor original da novela], mas parece que agora ficou mais acentuado. Como Tadeu [em 1990, Marcos Palmeira interpretou o papel que hoje é de José Loreto] eu lembrava pouco. Sabe, tem muitas cosias que eu não me lembrava da novela. Eu não lembrava, por exemplo, quem vencia a sela de prata, agora lendo que eu vi. Eu não vou dar spoiler aqui”, brincou o ator, que em seguida, escutou Guito tocar a música para a plateia.

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