Casamento às 12:15

Paulo Betti pede Dadá Coelho em casamento durante manifestação

paulo betti e dadá coelho trocando carinhos em manifestação contra jair bolsonaro

Reprodução/Instagram

No último sábado, 03 de julho, diversos famosos foram às ruas apoiar as manifestações pelo pedido de impeachment de Jair Bolsonaro por conta de sua gestão durante a pandemia e revelações da CPI da covid.

Entre eles, estavam o casal Paulo Betti e Dadá Coelho, que sempre foram politizados e expressaram a opinião deles sobre o assunto.

Porém, de acordo com a humorista em seu perfil oficial no Twitter, a manifestação também foi o palco do pedido de casamento do ator.

“Meu cônjuge Paulo Betti me pediu em casamento na manifestação. Eu falei que a minha vida toda foi um ensaio para encontrá-lo”, contou Dadá Coelho.

“Vou pensar se aceito. Emocionada. Tô considerando (risos)”, brincou ela.

 Vale lembrar que Paulo Betti e Dadá Coelho se conheceram nos bastidores da peça “Autobiografia Autorizada”, vindo a assumir um namoro em 2016.

Paulo Betti inclusive é muito conhecido por seus relacionamentos com artistas, já tendo se casado com Eliane Giardini (de 1973 a 1997), Maria Ribeiro (de 2001 a 2005) e Mana Bernardes (de 2013 a 2015).

Paulo Betti lamenta morte de cunhado

No dia 1º de junho, Paulo Betti prestou uma bela homenagem para seu cunhado, apelidado como “Mingo”, que faleceu aos 88 anos devido complicações causadas pela Covid-19. Mingo morava em Piracicaba, no interior de São Paulo.

“Meu cunhado Mingo morreu, aos 88 anos. Pneumonia e covid. Ele morava em Piracicaba, junto a esposa, filhos e netos. Eu era menino e Mingo começou a namorar minha irmã Maria, gêmea da Cida. Os pais do Mingo tinham uma loja onde vendiam arreios e selas perto do mercado municipal de Sorocaba. Apareceram os chineses, e com eles os pastéis que o Mingo levava na paquera da minha irmã. Eu nunca tinha comido pastel! Minha avó era craque em polenta “brustulada”, mas o Mingo me apresentou aquela delícia. No casamento ele contratou dona Quitéria pra fazer os quitutes. Comi tanto pastel que pela primeira vez fiquei “empachado”, a barriga intumescida. Minha mãe tratou com massagens de óleo aquecido misturado ao fubá. Foi assim também quando tive caxumba, o medo era que ela descesse se eu pulasse um córrego.”, começou o ator.

“Era assim no nosso pequeno quase Quilombo, na Vila Leão. Mingo foi morar lá, na Rua Guaicurus, perto da minha, que era a Caramurus (acho que por isso gosto tanto dos indígenas). Era muito alegre aquele lugar com seus tambores e festas. O Mingo trouxe mais alegria. Ele me levava pra fora dos limites do bairro. Pra assistir os jogos do São Bento, que tinha subido pra divisão especial. Era ele que me levava para o pequeno estádio da Rua dos Morros.

Mingo foi seminarista e quando mudou pra Piracicaba passou a frequentar a Congregação Cristã do Brasil. Levou também meu pai e minha mãe pra cantar os lindos hinos nos cultos, sempre embalados pela banda, que é o grande trunfo dos “língua de fogo”, como são chamados os crentes. Me levou algumas vezes e eu adorava ouvir a música e os testemunhos catárticos. Meu cunhado Mingo me apresentou mundos novos, no futebol e na religião. Me ajudou a crescer! Vai ficar pra sempre na minha memória com meu agradecimento por ser sempre carinhoso e gentil. Criou seus filhos Dô, Didi e Titão. Meus sobrinhos queridos. Viveu a vida inteira com minha irmã Maria que hoje ora por seu descanso eterno.”, completou Paulo com o relato emocionante.