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Alunos da Universidade de Oxford ‘cancelam’ a Rainha Elizabeth

Rainha Elizabeth II vai a evento combinando chapéu com a roupa

Rainha Elizabeth II em evento oficial (Foto: Reprodução Instagram @theroyalfamili)

A cultura do ‘cancelamento’ pode ter chegado à família real. Segundo a imprensa inglesa através de uma votação os estudantes da Universidade de Oxford, decidiram remover um retrato da Rainha Elizabeth II da Sala Comum do Magdalen College, Oxford.

Embora isso se deu após as últimas entrevistas e revelações do Príncipe Harry e Meghan Markle sobre a realeza, garantem que os últimos acontecimentos não estão relacionados.

De acordo com a revista Grazia, os estudantes votaram para eliminar a imagem porque na opinião de alguns ela representa ‘a história colonial recente’: “É o símbolo do colonialismo”.

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Para outros os comentários dos duques de Sussex podem ter sim ajudado na questão.

A decisão gerou uma forte polêmica, já que muitos cidadãos consideram a rainha um símbolo nacional.

O ministro da Educação, Gavin Williamson, classificou a remoção do retrato como ‘simplesmente absurda’.

Permanecerá no trono

Joe Little, editor-chefe da revista inglesa Majesty revelou por que a Rainha Elizabeth II se recusa a desistir de seu trono. Muitos pensavam que após a morte do Príncipe Philip ela ia querer descansar e passar a coroa finalmente para o filho Charles, porém, a monarca já havia retornado aos seus deveres reais apenas quatro dias depois.

Segundo a publicação Elizabeth abdicar do trono é algo que nem passa por sua cabeça:

“Na verdade, ela vê a palavra ‘abdicação’ como uma palavra suja que nunca deve ser pronunciada em sua presença”, avisou.

“Continuo com a opinião de que, embora a perda do Príncipe Philip seja devastadora para ela pessoalmente, não acho que vá impactar seu papel como monarca. Suspeito que isso continuará da mesma forma que nos últimos anos”, comentou Little.

“Acho que está no DNA dela. Também remonta não apenas ao seu discurso em 1947 na África do Sul, mas mais especificamente ao juramento que ela fez na época da coroação. Ela é uma cristã comprometida. Esse é o contrato que ela fez com Deus, e acho que algo que ela sente não pode ser quebrado. É assim que ela é … Como monarca, ela continuará enquanto for física e mentalmente capaz de fazê-lo ”, completou.

Apesar disso, o ex-correspondente real da BBC, Peter Hunt, acredita que a Rainha lentamente se afastará das obrigações reais à medida que seus filhos assumirem papéis mais importantes.

Ele disse ao jornal The New York Times: “Fundamentalmente, a Rainha desaparecerá graciosamente. A Covid ajudou no sentido de que acelerou o que qualquer mulher sensata de 95 anos gostaria de fazer, que não é ficar em pé o dia todo.”

Planos de comemoração

O dia 6 de fevereiro do próximo ano marcará 70 anos do reinado da Rainha e o Palácio já confirmou no Instagram os planos para comemorar o momento histórico, de 2 a 5 de junho.

“O ano futuro para ela será enquadrado por um objetivo único antes de atingir seu jubileu de platina”, disse Clive Irving, autor de The Last Queen, ao Royals Monthly.

Enquanto isso, há rumores por trás das paredes do palácio de Buckingham que Sua Majestade concordou em ceder alguns de seus poderes a seu filho e herdeiro do trono, o príncipe Charles, de 72 anos, em um movimento histórico que os especialistas reais estão chamando de ‘sucessão suave’.