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Tóquio 2020: Fadinha encantada, Medina 100%, vôlei na raça… veja o resumo!

Foto: Wander Roberto/ COB

A semana começou com saldo pra lá de positivo para a seleção brasileira, em Tóquio e a madrugada desta segunda-feira, 26 de julho, certamente entrou para a história do esporte nacional e vai ficar marcada na memória de milhões de brasileiros, especialmente de jovens meninas que já se inspiram na magia da Fadinha Rayssa Leal.

Teve encantamento também nos mares da capital japonesa, com Gabriel Medina e Ítalo Ferreira, que seguem para as quartas de final do surfe, assim como Silvana Lima. Nas quadras de basquete, o esloveno Luka Doncic, muitas vezes chamado de “Luka Magic”, fez chover sobre os argentinos num ginásio fechado.

CONTO DA FADINHA VIROU REALIDADE

E em pensar que tudo começou com um vídeo postado em 2015… A menina vestida de fada Sininho, fazendo verdadeiros truques com um skate em Imperatriz, no Maranhão, onde vive com os pais, encantou Tóquio e o Brasil ao faturar a medalha de prata no skate street. Rayssa Leal, a Fadinha, agora é a medalhista olímpica mais jovem da história do país.

Em sua escalada rumo ao pódio, a menina não teve o contou com Pâmela Rosa e Letícia Bufonia, as outras duas brasileiras da equipe, mas ganhou a parceria da filipina Margielyn Didal,com quem dançou e trocou muita positividade.

Veja +: Conheça a história de Margielyn Didal, a filipina gente boa

SURFE RUMO ÀS QUARTAS DE FINAL

Se Gabriel Medina disse umdia que não estará 100% na competição porconta da ausência de Yasmin Brunet, podemos dizer que nem ele lembra… O surfista lidera o ranking e venceu uma disputa pesada com Julian Wilson. Com aéreos irados e a torcida da mulher à distância, garantiu uma vaga nas quartas de final. Assim como o atual campeão mundial, Ítalo Ferreira, que venceu com tranquilidade o neozelandês Billy Stairmand.

No feminino, a brasileira Silvana Lima garantiu a vaga enquanto a lendária australiana Stephanie Gilmore e a a francesa Johanne Defay, e o americano John John Florence deram adeus à Tóquio.

VÔLEI NA RAÇA E NA RAÇA

Teste de coração de graça? Tivemos durante a partida de vôlei entre Brasil e Argentina. Que sufoco! Mas quando a volta por cima parecia improvável, pah! Com 3 sets a 2, os campeões olímpicos mostraram força rumo à segunda vitória nas Olimpíadas de Tóquio.

Veja +: Brasil dá olé na Argentina

A FAVELA VENCEU

Os dois representantes do Brasil no badminton fizeram suas partidas no Musashino Forest Sport Plaza. Fabiana Silva entrou em quadra primeiro e enfrentou a ucraniana Maria Ulitina. Ofensiva, ela chegou a dar um peixinho em quadra para não deixar a peteca cair, mas acabou permitindo uma virada no segundo set.

Pouco tempo depois, o carioca Ygor Coelho entrou na quadra contra Georges Julien Paul, das Ilhas Maurício. O campeão Pan-Americano em Lima 2019 e bi-campeão pan-americano da modalidade, garantiu o feito e histórico marcou 21 a 16na estreia do badminton brasileiro em Jogos Olímpicos.

Ygor começou no badminton ainda pequeno no projeto social de seu pai no Morro da Chacrinha, na Praça Seca, bairro da na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Hoje vive na Dinamarca, onde tem o suporte da treinadora local Nadia Lyduch, contratada através de uma parceria entre o Comitê Olímpico do Brasil e a Confederaçao Brasileira de Badminton.

ENFIM, OS EUA

Sempre líderes disparados de medalhas, os americanos não estavam encontrando o primeiro lugar no pódio, até que, enfim, assumiu a liderança no quadro com dois ouros no tiro esportivo (Vincent Hancock no masculino e Amber English no feminino) e mais um ouros na natação (revezamento 4x100m masculino), levaram o total dos Estados Unidos a sete, momentaneamente à frente de China e Japão (seis cada).

NOS AFOGAMOS…

Os americanos mandaram muito bem no revezamento 4x100m masculino, garantindo o 10º ouro americano na prova, hegemonia que começou justamente em Tóquio 1964. O Brasil, que tem tradição no revezamento, amargou o último lugar… tudo bem, acontece. Força, rapazes!

DEU RUIM NO HANDBOL E NO JUDÔ

A seleção brasileira de handebol masculino foi derrotada pela França, amargando a segunda derrota nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Já no judô, após o bronze de Daniel Cargnin, o peso-leve Eduardo Barbosa perdeu para o francês Guillaume Chaine logo na primeira luta e deu adeus à competição.

ÊXITO EM DUAS RODAS

O brasileiro Henrique Avancini fez bonito na final do ciclismo de estrada, o mountain bike. Ele chegou a liderar por uma vota,mas terminou a competição em 13º lugar. Segundo brasileiro na prova, Luiz Henrique Cocuzzi terminou a prova na 27ª posição.

VELA NO CAMINHO DO VENTO

Robert Scheidt está focado em conquistar sua sexta medalha olímpica na vela. Ele acumulou um décimo e um quarto lugar nas disputas do dia em Enoshima, e ocupa a oitava posição gerla na classe laser.

COVID-19 AVANÇA

Tudo segue às mil maravilhas, mas os casos de Covid-19 seguem subindo nas bandas de Tóquio. O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos 2020 divulgou 16 novos casos da doença nesta segunda-feira, 26 de julho. Três deles, de atletas. Nenhum deles estava na Vila Olímpica. O total de casos positivos do novo coronavírus já chega a 153.