Preconceito às 10:30

MP de Portugal investiga racismo contra filhos de Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso

giovanna ewbank e bruno gagliasso posando com filhos titi, bless e zyan
Reprodução/Instagram @gioewbank e @brunogagliasso

Durante o último final de semana, Títi e Bless, filhos de Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso, foram vítimas de racismo de uma mulher branca em Portugal, que na porta de um restaurante, teria mandado “tirar aqueles pretos imundos dali”, se referindo aos pequenos.

A youtuber então detonou a mulher, enquanto o ator, ao seu lado, não interferiu na discussão. A famosa afirmou que ela merecia “um soco na cara’. “Racista nojenta. Filha de uma p***, isso que você é. Horrorosa, feia! Olha a sua cara! Eu tenho pena de você. Você merece um soco, você merece uma porrada na sua cara!’, disse Giovanna, enlouquecida de raiva.

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Em seguida, a mulher foi levada para a delegacia após ambos os artistas realizarem uma denúncia, e todo o caso será devidamente investigado pelo Ministério Público de Portugal, conforme foi revelado pelo próprio órgão.

“Se confirma a existência de investigações relacionadas com a matéria referida”, afirmou o MP de Portugal à Agência Efe na quarta-feira, 03 de agosto. Com isso, é esperada uma punição à mulher pelo ato racista.

PRESIDENTE DE PORTUGAL APOIOU EMBANK E GAGLIASSO

Na última segunda-feira, 1º de agosto, o presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, se pronunciou sobre o ocorrido em entrevista ao blog Portugal Giro, do jornal O Globo, e foi mais uma condenar as atitudes da mulher racista. “Todo ato de racismo ou xenofobia é condenável e intolerável. Isso é o básico em uma democracia. É inadmissível”, garantiu ele.

O político ainda elogiou a decisão de levar a mulher para a delegacia: “Evidente que se a pessoa ofendida acha que houve atuação inconstitucional, é assim que funciona o estado democrático. E a polícia fez o que devia fazer. Para investigar se há uma atuação criminosa, a função da autoridade é garantir a apuração do fato para saber se houve violação da lei.”

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Ainda, ele afirmou que a mulher não representa Portugal: “Racismo é um fenômeno que existe na sociedade portuguesa, não negamos isso, mas não é possível generalizar a todo português. Não pode ser generalizado, dizendo que todo português é racista ou que há uma campanha contra os brasileiros”.

“Do contrário, não explicava a vinda de uma imensa comunidade brasileira. Ninguém é sadomasoquista. Se achassem que não se sentiam bem em Portugal, não vinham”, completou Marcelo.

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