Redes Sociais às 08:26

Nordeste no topo! Rayssa Leal ganha apoio da “tia” Juliette

(Foto: Reprodução/ instagram)

Caçulinha do Brasil nos Jogos Olímpicos de Tokyo, a skatista Rayssa Leal criou uma conta no Twitter para mostrar tudo sobre sua maior experiência na ainda curta carreira. Na segunda-feira, dia 19 de julho, a menina de 13 anos chegou ao Japão e contou que fará um  fazer uma espécie de boletim de bordo, contando o dia-a-dia no país.

“Cheguei! No Japão e no Twitter. Vou contar aqui algumas coisas sobre minha experiência como atleta olímpica em Tokyo 2020. Vem comigo!”, escreveu a garota de Imperatriz, no Maranhão.

Logo depois de criar sua conta, a brasileira mandou uma mensagem para a “tia” Juliette, que é de João Pessoa.

“Alô Juliette, tem Nordeste em Tokyo! Ps: me ensina a usar o Twitter que te ensino a manobrar?! Nunca te pedi nada “Tia”‘, escreveu.

A campeã do “Big Brother Brasil 21” logo respondeu à Fadinha do Skate, apelido que Rayssa tem desde os sete anos de idade, quando viralizou na web um vídeo em que ela arrasa nas manobras vestida de fada, após sair de uma festa da escola.

Eu não sei usar isso aqui também não, mas eu vou na onda desse povo. Se prepare que eles são tudo gaiato e cheios de manias. Bem-vinda e boa sorte. Representa nosso Nordeste e nosso Brasil, você é braba”, respondeu e incentivou Juliette.

Rayssa Leal, claro, ficou felicíssima com a resposta da maquiadora e advogada emendou.

“Vou surfar essa onda então. Braba é tu! Obrigada pela atenção e carinho”.

Embora não tenha dicas para passar para a Fadinha, Juliette tem os infalíveis “cactos” de sobra para transferir. Os fãs e seguidores da vencedora do “BBB21”, que se transformou num fenômeno de popularidade justamente através das redes sociais, logo entraram em ação. Cerca de 15 minutos após a postagem, Rayssa Leal já tinha recebido mais de mil seguidores. Até o fechamento desta matéria, já eram 9.287 tuiteiros na conta da Fadinha.

PROMESSA DO STREET FEMININO

Rayssa Leal é uma das três representantes do Brasil no street feminino, competição na qual a chance de medalha para o País é bem grande. As primeiras baterias do street feminino estão marcadas para o domingo. Um dia antes, os homens irão às pistas.

Em sua “estreia” pelo Twitter, no primeiro relato do diário de bordo, Rayssa posou ao lado das outras compatriotas, Pâmela Rosa, ouro nos X Games, e Leticia Bufoni. Ela está encantada e surpresa com a grandiosidade da Vila Olímpica.

“As ‘braba’ do skate foram vistas desfilando (sem skate) pela passarela da Vila Olímpica em Tokyo, tá passada?”, escreveu a menina maranhense.

Rayssa Leal, representante brasileira de Skate Street nas Olímpiadas de Tóquio, é uma das favoritas para trazer a medalha para o Brasil. Aos 13 anos, a pequena é a atleta mais jovem da história do país a entrar nos jogos olímpicos. Na manhã desta terça-feira, dia 20 de julho, a menina já atualizou seu diário de bordo e postou uma foto na qual aparece no treino.

FADINHA TEM A COMPANHIA DA MÃE EM TOKYO

No último domingo, dia 18 de julho, Rayssa Leal desembarcou em Tóquio com o skate no pé para integrar o time brasileiro e, por ser menor idade, estava acompanhada por alguém mais que especial: Lilian Leal, a sua “mainha”. A menina teve o privilégio de ser acompanhada em toda a viagem pela mãe que, além de tudo mais, ainda cuida da sua carreira no esporte. 

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Lilian passou a primeira noite no quarto da filha, na Vila dos atletas, e passará as próximas também. Ela tem uma credencial especial cedida pelo comitê organizador justamente por ser um caso especial. 

A presença de Lilian é a única exceção da delegação brasileira, que, como sabemos, está menor devido à pandemia. Credenciais foram cortadas de todos os lados, dos jornalistas aos convidados e patrocinadores, não seria diferente com as delegações nacionais. 

Um exemplo disso foi o que aconteceu  com Gabriel Medina e Yasmin Brunet, que teve a sua ida a Tóquio vetada pelo Comitê Olímpico Brasileiro, o que vem causando bastante repercussão nas redes sociais.

GABRIEL MEDINA SE IRRITA COM COB POR YASMIN

A novela entre Gabriel Medina, Yasmin Brunet e o Comitê Olímpico Brasileiro teve um final ainda amargo para o casal. O surfista já embarcou para o Japão, onde competirá no surfe, esporte que faz a sua inauguração nos Jogos Olímpicos assim como o skate, mas sem a amada. Isso porque, em junho, o COB vetou o credenciamento de Yasmin Brunet como oficial técnico do surfe nas Olimpíadas de Tóquio. Ao contrário da maior parte das modalidades, a Confederação Brasileira de Surfe (CBSurfe) não indicou profissionais de comissão multidisciplinar ao COB, deixando que cada atleta escolhesse uma pessoa para ser credenciada.

“É chato, não estou indo 100%. É ela quem me dá força e eu gosto de estar junto dela”, disse Medina ao UOL Esporte.

A filha de Luiza Brunet acompanhou o marido no aeroporto e tentou minimizar a situação. “Ele vai estar 100%, com certeza absoluta”, declarou. “Tudo está dando certo para ele conseguir esse ouro e para ele ser tricampeão (mundial de surfe) esse ano”, completou a modelo.

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A notícia fez com que os nomes do casal fossem parar entre os assuntos mais comentados do Twitter. Internautas criticaram as atitudes da dupla.

“Silêncio, Gabriel Medina e Yasmin Brunet estão lidando com o primeiro ‘não’ da vida deles”, ironizou uma pessoa. “Como será que o Medina surfava antes de conhecer Yasmin?”, brincou outra.

ENTENDA O CASO

Em junho, o COB vetou o credenciamento de Yasmin Brunet como oficial técnico do surfe nas Olimpíadas de Tóquio. Ao contrário da maior parte das modalidades, a Confederação Brasileira de Surfe (CBSurfe) não indicou profissionais de comissão multidisciplinar ao COB, deixando que cada atleta escolhesse uma pessoa para ser credenciada.

Gabriel Medina havia indicado o técnico australiano Andy King e a esposa, que entraria no país como turista, mas, por conta das restrições causadas pela Covid-19, o número de possibilidades caiu de duas para um. 

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O Japão declarou pela quarta vez estado de emergência em razão da pandemia, o que vetou também a presença de público nas arenas. 

O surfista, então, solicitou que King fosse descredenciado e Yasmin convocada em seu lugar. Mas o pedido foi rejeitado pelo COB. De acordo com o Comitê, “o credenciado tem que ser um profissional que tenha ligação com a modalidade”. O COB também disse que havia acordado com Medina que seu auxiliar credenciado seria King.

REVOLTA

Na última semana antes do embarque para Tóquio, foi noticiado que o COB aprovou que a atleta de lançamento de discos Andressa Morais levasse o marido, Everton Luiz Ribeiro, como seu acompanhante para a Olimpíada. 

Ele foi credenciado pelo Comitê Olímpico Brasileiro para desenvolver a função de técnico da atleta no lugar do cubano Julian Meija, que conseguiu sair de seu país a tempo. 

O COB alegou que Everton é quiroprata, tem registro técnico na confederação e além de acompanhar a esposa, vai ser responsável, junto com João Paulo Cunha, por uma equipe de sete atletas.

Ao tomar conhecimento da situação, Yasmin Brunet se revoltou.

“A verdade sempre aparece. Sabia que era pessoal”, escreveu no stories do Instagram.