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Rayssa Leal, atleta olímpica mais jovem do Brasil, chega em Tóquio acompanhada pela mãe

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Reprodução/Instagram

Fadinha da Olimpíada, Rayssa Leal, representante brasileira de Skate Street nas Olímpiadas de Tóquio, é uma das favoritas para trazer a medalha para o Brasil. Aos 13 anos, a pequena é a atleta mais jovem da história do país a entrar nos jogos olímpicos.

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No último domingo (18), a maranhense desembarcou em Tóquio com o skate no pé para integrar o time brasileiro e, por ser menor idade, veio acompanhada por alguém mais que especial: Lilian Leal, a sua “mainha”. 

Rayssa teve o privilégio de ser acompanhada em toda a viagem pela mãe que, além de tudo mais, ainda cuida da sua carreira no esporte. 

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Lilian já passou a primeira noite no quarto da filha, na Vila dos atletas, e passará as próximas também. Ela tem uma credencial especial cedida pelo comitê organizador justamente por ser um caso especial. 

A presença de Lilian é a única exceção da delegação brasileira, que, como sabemos, está menor devido à pandemia. Credenciais foram cortadas de todos os lados, dos jornalistas aos convidados e patrocinadores, não seria diferente com as delegações nacionais. 

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Um exemplo disso foi o que aconteceu com Gabriel Medina e Yasmin Brunet, que teve a sua ida a Tóquio vetada pelo Comitê Olímpico Brasileiro, o que vem causando bastante repercussão nas redes sociais.

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A novela entre Gabriel Medina, Yasmin Brunet e o Comitê Olímpico Brasileiro teve um final ainda amargo para o casal. O artista já embarcou para o Japão, onde competirá no surfe, esporte que faz a sua inauguração nos Jogos Olímpicos assim como o skate, mas sem a amada. Isso porque, em junho, o COB vetou o credenciamento de Yasmin Brunet como oficial técnico do surfe nas Olimpíadas de Tóquio. Ao contrário da maior parte das modalidades, a Confederação Brasileira de Surfe (CBSurfe) não indicou profissionais de comissão multidisciplinar ao COB, deixando que cada atleta escolhesse uma pessoa para ser credenciada.

“É chato, não estou indo 100%. É ela quem me dá força e eu gosto de estar junto dela”, disse Medina ao UOL Esporte.

A filha de Luiza Brunet acompanhou o marido no aeroporto e tentou minimizar a situação. “Ele vai estar 100%, com certeza absoluta”, declarou. “[…] Tudo está dando certo para ele conseguir esse ouro e para ele ser tricampeão (mundial de surfe) esse ano”, completou a modelo.

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A notícia fez com que os nomes do casal fossem parar entre os assuntos mais comentados do Twitter. Internautas criticaram as atitudes da dupla.

“Silêncio, Gabriel Medina e Yasmin Brunet estão lidando com o primeiro ‘não’ da vida deles”, ironizou uma pessoa. “Como será que o Medina surfava antes de conhecer Yasmin?”, brincou outra.

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ENTENDA O CASO

Em junho, o COB vetou o credenciamento de Yasmin Brunet como oficial técnico do surfe nas Olimpíadas de Tóquio. Ao contrário da maior parte das modalidades, a Confederação Brasileira de Surfe (CBSurfe) não indicou profissionais de comissão multidisciplinar ao COB, deixando que cada atleta escolhesse uma pessoa para ser credenciada.

Medina havia indicado o técnico australiano Andy King e a esposa, que entraria no país como turista, mas, por conta das restrições causadas pela Covid-19, o número de possibilidades caiu de duas para um. 

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O Japão declarou pela quarta vez estado de emergência em razão da pandemia, o que vetou também a presença de público nas arenas. 

O surfista, então, solicitou que King fosse descredenciado e Yasmin convocada em seu lugar. Mas o pedido foi rejeitado pelo COB. De acordo com o Comitê, “o credenciado tem que ser um profissional que tenha ligação com a modalidade”. O COB também disse que havia acordado com Medina que seu auxiliar credenciado seria King.

Esse impasse tornou-se público, com o esportista e a esposa reclamando nas redes sociais, tentando de tudo para que a loira acompanhasse o amado. Não funcionou.

REVOLTA

Na última semana, foi noticiado que o COB aprovou que a atleta de lançamento de discos Andressa Morais levasse o marido, Everton Luiz Ribeiro, como seu acompanhante para Tóquio. 

Ele foi credenciado pelo Comitê Olímpico Brasileiro para desenvolver a função de técnico da atleta no lugar do cubano Julian Meija, que conseguiu sair de seu país a tempo. 

O COB alegou que Everton é quiroprata, tem registro técnico na confederação e além de acompanhar a esposa, vai ser responsável, junto com João Paulo Cunha, por uma equipe de sete atletas.

Ao tomar conhecimento da situação, Yasmin postou o seguinte comentário nos Stories do Instagram: “A verdade sempre aparece. Sabia que era pessoal.”