Teatro às 19:00

Eduardo Martini segue firme com teatro presencial e dois espetáculos em cartaz

Eduardo Martini interpretando Clô e no monólogo Papo com o Diabo

Foto: Claudia Martini

A pandemia do novo coronavírus já completou um ano e sete meses. Distanciamento, máscara, álcool, todos os cuidados para evitar a transmissão do vírus tão potente. Muitas áreas tiveram que dar uma pausa no trabalho, especialmente o teatro. Nessa loucura em que vivemos, muitos artistas que sobrevivem do teatro, estão se reinventando.

Eduardo Martini, ator e diretor, está, há pelo menos 10 meses, em cartaz com a peça “Simplesmente Clô” e agora, que aconteceu a flexibilização, onde o público pode voltar ao teatro, Martini está encenando também o “Papo Com o Diabo”, arrancando risadas e emoção do público.

PANDEMIA E CUIDADOS

“Estamos com uma equipe muito reduzida, por conta da pandemia. Mas mantenho o espetáculo presencial, com o maior cuidado e respeito ao público. O teatro não é aglomeração. É sanitizado uma hora antes de abrir para o público e uma hora depois que termina. As pessoas, em número bem reduzido, entram de máscara, sentam, não conversam e vão embora após o espetáculo. Nenhuma loja nem supermercado faz higienização de hora em hora. O teatro é isso”, contou Martini a OFuxico.

Sucesso desde a estreia, “Simplesmente Clô” mostra Eduardo Martini de uma forma única no palco, interpretando e contando um pouco da vida do saudoso estilista brasileiro.

Saiba mais sobre os espetáculos em cartaz com Edu Martini!

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Simplesmente Clô

Eduardo Martini interpretando Clodovil Hernandes em Simplesmente Clô
Eduardo Martini interpretando Clodovil Hernandes em Simplesmente Clô Foto: Claudia Martini/Divulgação

Com o texto de Bruno Cavalcanti, jornalista e autor, e direção de Viviane Alfano, que também é uma atriz e cantora espetacular, Simplesmente Clô prende a atenção do público, num misto de encanto, riso e admiração a este estilista, cantor, pintor, apresentador, enfim, um homem multifacetado, que adorava as mulheres e, por consequência, amava costurar roupas belíssimas para que as mesmas pudessem se sobressair com elegância.

O monólogo relembra passagens da vida do estilista e apresentador de TV Clodovil Hernandes (1937-2009) e marca a
fase verde do retorno dos teatros, na cidade do Rio de Janeiro.

No palco, o espetáculo traz três vestidos originais, desenhados pelo estilista.

A peça não é sobre o personagem Clodovil, mas sim, sobre o ser humano Clodovil.

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“Fiz um inventário da vida dele. Um inventario o que é? A pessoa fez isso, fez aquilo, sem julgar, sem defender, sem atacar, sem nada. Mostramos ele nu e cru, a vida dele, do jeito dele; a história dele da maneira que mais sinto, que eu mais vejo. Eu entendi que era uma pessoa que foi rejeitada por mãe biológica e por mãe adotiva. Clodovil foi um ser humano complexo, que tinha altos e baixos na vida. Inteligentérrimo, chiquérrimo, um cara que era multi: desenhava, pintava, cantava, fazia teatro, fazia televisão, apresentava programa de TV, enfim, um cara que tinha uma vida muito rica.”

Serviço:
“Simplesmente Clô”
Teatro das Artes – Rua Marques de São Vicente, 52 – Gávea – Rio de Janeiro – RJ
Temporada: de 6 de novembro à 4 de dezembro
Horários: sábados às 20h
Duração: 60 minutos
Ingressos: R$ 120 inteira e R$ 60 meia entrada
Classificação: 12 anos
Elenco: Eduardo Martini
Texto: Bruno Cavalcanti
Direção: Viviane Alfano
Concepção de luz e figurino: Eduardo Martini
Fotos: Cláudia Martini
Produção: Martini Produções

Papo com o Diabo

Eduardo Martini no monólogo Papo com o Diabo
Eduardo Martini no monólogo Papo com o Diabo Foto: Claudia Martini/Divulgação

A primeira parceria com o diretor Elias Andreato em “Papo com o Diabo” um espetáculo inédito do autor Bruno Cavalcanti, que traz ao palco, um personagem milenar e enigmático da história da humanidade, o Diabo em pessoa. A comédia virá nos contar com cenas hilárias, como se defender das acusações que vem recebendo ao longo de milênios e, o mais importante, contestar sua participação nas mazelas do mundo, propondo questionamentos acerca da natureza humana.

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Na comédia, escrita especialmente para o ator, Martini dá vida ao Diabo em carne e osso, que entra em turnê pelo mundo após ganhar em um processo o direito de se defender das acusações que carrega ao longo de milênios.

Serviço:
“Papo com o Diabo”
Texto: Bruno Cavalcanti
Direção: Elias Andreato
Elenco: Eduardo Martini
Assistente de direção: Raphael Gama
Cenário: Fabio Jeronimo
Figurino e visagismo: Adriana Hitomi
Operador de som: Rosana Ferrarezzi
Operação som: Janice Rodrigues
Comunicação e visual: Oribá Comunicação
Realização: Martini Produções

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