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Karol Conká reflete sobre cancelamento: “Me tornei um ícone”

Montagem com fotos de Karol Conká e capa do podcast de Mano brown

Reprodução/Instagram e Divulgação

Pouco mais de três meses depois do encerramento do “Big Brother Brasil 2021”, Karol Conká voltou a falar do reality e todo o “cancelamento”, principalmente virtual, vivido por ela para o podcast do rapper Mano Brown, o “Mano a Mano”, hospedado dentro do Spotify.

O bate-papo vai ao ar na quinta-feira, 26 de agosto, quando o programa estreia, mas já dá para ter um gostinho do que vem por aí com a cantora.

“Só conversas profundas como a que tivemos são capazes de trazer a devida perspectiva para questões complexas como a cultura do cancelamento, da qual me tornei um ícone”, adiantou Karol, que definiu o podcast como um “verdadeiro oásis”.

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“Numa época em que a comunicação é tão rápida e fragmentada que mal conseguimos absorver seu conteúdo, espaços de reflexão como os que propõe o ‘Mano a Mano’ são um verdadeiro oásis”, disse a artista.

Karol deixou o “BBB” com a maior porcentagem de votos, batendo um recorde de rejeição por conta de seu comportamento para com os outros confinados, o que a fez refletir após deixar a casa mais vigiada do Brasil. “A pior coisa que já fiz em toda minha vida foi aquilo ali, foram as atitudes no BBB, nada em toda minha vida beira tão feio do que aquilo ali”, garantiu. 

O podcast terá conversas também com o médico Drauzio Varella, o pastor Henrique Vieira, o técnico de futebol Vanderlei Luxemburgo e o político Fernando Holiday. Ao todo, serão 16 episódios, que ficarão disponíveis semanalmente, toda quinta-feira, com assuntos importantes, como racismo, e recordações dos Racionais MC’s por parte de Mano Brown.

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CARREIRA

Longe das redes sociais, Karol Conká aproveitou para descansar a imagem e entender todo o “barulho” que causou com sua passagem pelo reality show da Globo. Isso rendeu a ela um documentário no Globoplay, “A Vida Depois do Tombo” e a retomada do trabalho na música.

Até o momento, foram dois singles lançados: “Dilúvio” e “Mal Nenhum”. Ambos trazem nas rimas pedidos de desculpa, reflexão, evolução, autoconhecimento da curitibana.

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