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Sérgio Reis explica que não é líder de manifestação no dia 7 de setembro

Sérgio Reis de chapéu preto e camisa vermelha

Reprodução/Instagram

Nesta sexta-feira, 16 de agosto, o cantor e ex-deputado federal Sérgio Reis veio se explicar sobre seu envolvimento na manifestação dos caminhoneiros, que está programada para o dia 7 de setembro de 2021.

Em entrevista ao Jornal da Manhã, da Jovem Pan, ele negou que esteja organizando a paralisação dos caminhoneiros marcada para Dia da Independência do Brasil.

“Eu sou uma pessoa que tem conhecimento profundo sobre o que acontece no país referente aos caminhoneiros, como eles são muito ligados e todos eles ouvem os meus programas, me falaram: ‘Sergio, dá uma força’. E eu falei: ‘Tudo bem, vamos lá’. Não sou eu o líder”, afirmou o artista.

Vale ressaltar que, entre as reivindicações da categoria, está o pedido de impeachment dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes e Luis Roberto Barroso.

“O que nós queremos é que todos esses impeachments sejam estudados e analisados e eles não fazem nada. Então, agora nós vamos pedir. Eu só estou nessa briga porque eu devo ao povo”, explicou o ex-parlamentar.

“Falam que o povo precisa comer, o povo precisa de saúde, o povo precisa que devolvam o dinheiro que roubaram”, apontou Sergio Reis.

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Por meio de um vídeo, Sérgio Reis anunciou uma manifestação ao lado dos caminhoneiros e agricultores nos dias que antecedem ao feriado 7 de setembro a favor de Jair Bolsonaro e foi apontado como um dos líderes.

“Estamos fazendo um movimento para salvar o país. Dia 7 não vamos fazer nada para não atrapalhar o desfile do nosso presidente, que é muito importante”, disse ele, se referindo a um desfile que ocorre sempre no Dia da Independência do Brasil.

“Nós fizemos uma reunião em São Paulo com líderes do Brasil, caminhoneiros e agricultores. Estamos fazendo um movimento clássico, sem agressões, sem nada. Queremos dar um jeito de movimentar esse país. Sem tumulto, vamos ficar lá, vamos acampar, vai ter um galpão de refeições”, afirmou o sertanejo.

“Para fazer uma coisa séria, para que o governo tome uma posição, o Exército tome uma posição, mas se o povo não tomar essa posição, nada vai. Vocês que estão a fim de salvar o Brasil, vamos com a gente para Brasília”, disparou.

“Vocês vão se assustar com o movimento, mas a gente é da paz. Não aceito mais a situação que está o nosso país”, concluiu Sérgio Reis.

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REAÇÕES ADVERSAS DO PÚBLICO

Claro que o público não deixou passar o assunto nas redes sociais, e o nome de Sérgio Reis foi parar nos assuntos mais comentados do Twitter, com grande parte das reações sendo contrárias ao posicionamento dele.

“O Sérgio Reis ameaça o Brasil – olha aonde chegamos- com uma paralização dos Caminhoneiros a favor das 560 mil mortes, falta de vacinas, Gasolina aumentando todas as semanas, inflação, desemprego e tudo de ruim que estamos vivendo! Parabéns Sérgio Reis, por ameaçar a democracia”, afirmou Tico Santa Cruz.

“O litro do diesel está quase R$5,00 no Brasil e o Sérgio Reis nunca se manifestou. Qual o sentido de reunir caminhoneiros para pedir “voto impresso” que já foi votado e barrado na Câmara?”, disse um internauta.

“Saudade de quando Sergio Reis era cantor e não um projeto de fazendeiro golpista”, disparou mais uma pessoa.