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Rayssa Leal reflete sobre Olimpíadas e abre o coração: ‘Sonho não acabou’

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Reprodução/Instagram

Acabou! Na manhã do último domingo (8), o mundo todo se despediu das Olimpíadas de Tóquio, marcada por fortes emoções, em especial para os brasileiros, que defenderam todos os seus representantes com unhas e dentes, além de terem marcado presença – mesmo que distantes, por causa da pandemia – em todos os jogos e competições.

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Quem não conteve a emoção ao se despedir do evento especial foi Rayssa Leal, a fadinha do skate, que conquistou uma medalha de prata para o país e fez história nos Jogos Olímpicos. No Instagram, a jovem abriu o coração e refletiu sobre a importância do evento na sua vida, além de ter celebrado mais uma vez a conquista da sua medalha.

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“Ganhei a minha primeira medalha olímpica e me diverti muito, como faço todos os dias. Em cima do meu skate. Do outro lado do mundo, eu vivi um sonho. Mas esse sonho não acabou, porque eu sonho através esporte, do Skate. E, pra mim, o esporte é todo dia! Obrigada por tudo, galerinha! 2024 tá logo ali”, escreveu Rayssa na legenda do post, em que aparece com o skate na competição de Tóquio.

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Nos comentários, amigos e seguidores se derreteram pela pequena e a parabenizaram pela grande conquista. “Nossa gigante! Temos muito orgulho de você”, escreveu um. “Você foi gigante Rayssinha, com 13 aninhos virou inspiração pra meninos e meninas não só do skate mas do esporte em geral, 2024 tem muito mais, orgulho de você”, comentou outro. “Parabéns fadinha, você é demais”, elogiou mais uma.

ENCERRAMENTO DAS OLIMPÍADAS

Depois de 17 dias de disputas nas arenas de Tóquio, no Japão, a chama olímpica foi apagada, marcando o fim dos Jogos Olímpicos de Tóquio. Um marco esportivo, por ter sido realizada em plena pandemia do coronavírus. Com o lema “Mundos que Compartilhamos”, a cerimônia destacou a união, a diversidade e a inclusão com a proximidade dos Jogos Paralímpicos de Tóquio, que começam no dia 24 de agosto.

O encerramento teve o tradicional desfile das delegações que disputaram as Olimpíadas, mas com um número de participantes menor do que na abertura. O evento marcou ainda a passagem de bastão de Tóquio para Paris, responsável por sediar os Jogos Olímpicos de 2024. A governadora de Tóquio, Yuriko Koike, entregou a bandeira do COI para Thomas Bach, presidente do COI, que passou o pavilhão para Anne Hidalgo, prefeita de Paris, como uma simbólica passagem de bastão.

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Por causa da pandemia do coronavírus, o Japão teve de reduzir os custos das cerimônias de abertura e encerramento. Ainda assim, a festa deste domingo foi marcada por um show de luzes na formação dos aros olímpicos, simbolizando a energia de todos os torcedores que não puderam estar nas arquibancadas.

SONHO DE PORTA-BANDEIRA

A música japonesa foi predominante na cerimônia e, como é de costume na Cerimônia de Encerramento, todos as bandeiras dos países entraram juntas no Estádio Olímpico. A ginasta campeã olímpica Rebeca Andrade foi a porta-bandeira do Brasil. Por causa da pandemia do coronavírus, 63 das 206 delegações não enviaram representantes, e suas bandeiras foram carregadas por voluntários. Assim como aconteceu no desfile do cerimônia de abertura, os países entraram em ordem determinada pelo alfabeto japonês. O Brasil foi a 151ª delegação a desfilar neste domingo, 08 de agosto.

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Com a prata no individual geral e o ouro no salto, Rebeca tornou-se a primeira ginasta brasileira a conquistar uma medalha olímpica na história. Além disso, a medalhista de ouro e prata também sagrou-se a primeira mulher do país a ganhar duas medalhas em uma única edição dos Jogos.

Vale lembrar que na cerimônia de abertura, apenas quatro brasileiros desfilaram. A judoca Ketleyn Quadros e o levantador Bruninho, do vôlei, foram os porta-bandeiras.

Eu estou muito feliz, me sinto muito honrada porque diante de tantos atletas eu fui a escolhida. Realmente está sendo uma honra estar aqui, não tem outra palavra para dizer. É um sonho!”, disse Rebeca Andrade.

Completaram a delegação brasileira a médica Ana Corte, o vice-chefe de missão Sebastian Pereira e Bira, funcionário mais antigo do COB.

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